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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A artrite reumatoide é uma doença crônica autoimune que causa inflamação e deformidade nas articulações. Sem motivo específico para o surgimento, geralmente se desenvolve nas pessoas a partir dos trinta anos. Estima-se que no Brasil 1,8 milhão de pessoas sofram da doença.
O reumatologista do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), vinculado ao Ministério da Saúde, Markus Bredemeier, explica que não existe uma forma de prevenção da doença, mas a prática de atividades físicas moderadas pode melhorar os sintomas e o quadro clínico de quem tem o problema. “Além de realizar exercícios físicos, é essencial a realização de acompanhamento por um reumatologista e o tratamento medicamentoso”, ressalta o médico.
A doença apresenta alguns sintomas como rigidez matinal das articulações que regride durante o dia, mal-estar, diminuição do apetite, perda de peso, cansaço, febre baixa, inchaço nas juntas das mãos, punhos, joelhos e pés, que se deformam com a evolução da doença. Outros sintomas são dor quando se está em atividade física, mesmo que mínima, ou até mesmo em repouso, atrofia e fraqueza muscular, incapacidade para realizar algumas ações. Para o diagnóstico da doença são levados em conta os sintomas, o resultado de exames laboratoriais (VHS, proteína C-reativa e fator reumatoide) e por imagem (raios X, ressonância magnética, ultrassonografia articular). O tratamento da doença varia de acordo com características de cada paciente e incluem, além do tratamento medicamentoso, repouso, exercício, terapia física, ocupacional, dietética, medidas para proteção e estrutura dos ossos.
A aposentada Guiomar Mônaco tem artrite há 35 anos. Ela conta como foram os primeiros sintomas e diz que seguir o tratamento é essencial para se viver bem com a doença. ”O primeiro sintoma foi dor no joelho, primeiro no direito, depois no esquerdo, dor muito grande, febre e ai começou a minha via crucie para descobrir o que eu tinha. De cinco anos para cá eu consegui controlar a minha doença. Eu aprendi muito sobre a minha doença, eu aprendi a me cuidar, aprendi a ser fiel ao tratamento. Tem que ter aderência total ao tratamento para ter sucesso. Pode ser qualquer tipo de tratamento. Se a pessoa iniciar e parar não vai ter sucesso.”
Novidade – O Ministério da Saúde, a partir desta semana, passa a oferecer gratuitamente, nas farmácias de alto custo do Sistema Único de Saúde (SUS), cinco novos remédios para o tratamento da artrite reumatoide: abatacepte, certolizumabe pegol, golimumabe, tocilizumabe e rituximabe. O objetivo é ampliar a oferta de tratamento para os pacientes que não correspondem aos tratamentos convencionais, ou que apresentam intolerância às demais terapias.
Atualmente o SUS disponibiliza 10 medicamentos para o tratamento da doença, em 15 diferentes apresentações. Destes, três são biológicos (adalimumabe, etanercepte, infliximabe), que atendem cerca de 30 mil pessoas. Os medicamentos diminuem a atividade da doença, previnem a ocorrência de danos irreversíveis nas articulações, aliviam as dores e melhoram a qualidade de vida do paciente.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Ontem, dia 08 de agosto, foi o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. E como o colesterol alto normalmente é uma doença silenciosa, por isso é muito importante a prática de atividades físicas, uma dieta saudável e um acompanhamento médico para exames de rotina.
O excesso de colesterol é principal fator de risco para doenças cardiovasculares, por isso é necessário combinar uma alimentação rica em nutrientes , e também aumentar o consumo de fibras, já que essas diminuem a absorção do colesterol; segundo orientação da nutricionista da Coordenação de Atenção à Saúde do Servidor do Ministério da Saúde, Nádia Barrem. A atividade física auxilia no aumento do HDL (colesterol bom), ajuda a prevenir o excesso de peso e diminui o nível de gordura no sangue, por isso é fundamental para o bom funcionamento do organismo.
O acompanhamento de rotina com exames de sangue é fundamental, já que o aumento do colesterol não apresenta sintomas. O ideal é a realização de exames de sangue a cada 1 ano a partir dos 10 anos de idade, tendo uma atenção maior após os 30 anos, mas se a pessoa tiver antecedente na família com doenças cardiovasculares é indicado começar o tratamento na infância e continuar ao longo da vida.


